E aos costumes disse estar de relações cortadas com o arguido.
26 03 2008A história: uma namorada-escritora ferida. Um envelope com 2500 euros que ela jura ter visto. Um jogo (Beira-Mar-Porto) que nada acrescentava ao título já conquistado pelo Porto. Um empate como resultado. Uma arbitragem que penalizou o Porto. Um jogo sem interesse que serviu para o Porto poupar meia equipa. A trama: Não tínhamos indícios de corrupção (havia sido arquivado o inquérito) mas passamos a ter (foi reaberto o inquérito porque há uma magistrada mais capaz do que os outros). A moral: Vai dar julgamento. Medo. O futebol vai ser limpo e vão passar a ganhar os melhores.Só os melhores.

estão bem um para o outro. a puta e o presidente. Já para o FCP, é só um bocejo a caminho tri, limpinho.
Ninguém merece a puta. nem o PC (e não estou a falar do Seara, não).
Deve dizer que acabo de ler no jornal que o vídeo utilizado para o visionamento do Vítor Pereira avariou. Mas que amanhã é de painel gigante que se vai assistir a mais um jogo. Não é aberto ao público?
Esta parte do seu escrito, kiri: “…(e não estou a falar do Seara, não).”, apresenta uma dupla negação tornando-a numa afirmação. Mesmo que assim não fosse e finalmente visse algo bem escrito por si, acredito que lhe deva dar gozo (espiritual, espero!) referir-se ao “seara”.
Quer brincar? A meretriz que há em si gosta de brincadeira?
Fico aliviado em pensar que sim, no entanto apraz-me comunicar-lhe que não sou de guardar rancores.
Saber responder com dignidade é engraçado, cuspir constantemente tentativas de insulto é relativamente fácil.
o prof,
searavermelha
À KIRI(KA) ou melhor dizendo K(I)RIKA por Bocage
Não lamentes, oh Nise, o teu estado;
Puta tem sido muita gente boa;
Putíssimas fidalgas tem Lisboa,
Milhões de vezes putas têm reinado:
Dido foi puta, e puta dum soldado;
Cleópatra por puta alcança a c’roa;
Tu, Lucrecia, com toda a tua proa,
O teu cono não passa por honrado:
Essa da Rússia imperatriz famosa,
Que ainda há pouco morreu (diz a Gazeta)
Entre mil porras expirou vaidosa:
Todas no mundo dão a sua greta:
Não fiqueis pois, oh Nise, duvidosa
Que isto de virgo é honra é tudo peta.
Antigamente pagavam as viagens directamente na COSMOS, agora é mais fácil dar um envelope, é que assim não podem dizer que pagaram as facturas por engano!!!!
Ao Searilho:
Algumas palavras que escreves,
Bordadas com fios de ouro,
Caem num tempo esquecido,
Com toda a tua proa.
Não percebes que quanto mais alta a presunção
mais forte a queda.
Ao Júlio (que não é Cal, nem múltiplo) Brandão:
Do livro de alguém que as pensou,
Escreveu e divulgou,
lamentas muitíssimo as Putas,
És fidalgo e pagas sempre
pelo plágio de versos que não serão teus
Mas entre mil porras gritarias vaidosa:
Todos no mundo querem a minha greta!
poetamente,
o vosso KIRI.
Kiri: uiii……
Xangai: és colegas das putas?
Paulo,
não sou colega de putas nem dono de agência de viagens, mas e as facturas pagas por engano ?
Quando andava na escola
Ensinavam que para o cono havia o kiralho
Mas o tempo passou
E só vi um saco roto
Seria o escroto?
Pobre do kiralho
Já não vai lá nem com sopro.
Kiri, como sempre a sua escrita terá o melhor destino (despeço-me sentido, digo, emocionado):
Cagando estava a dama mais formosa,
E nunca se viu cu de tanta alvura;
Mas ver cagar, contudo a formosura
Mete nojo à vontade mais gulosa!
Ela a massa expulsou fedentinosa
Com algum custo, porque estava dura:
Uma carta de amores de alimpadura
Serviu àquela parte mal cheirosa:
Ora mandem à moça mais bonita
Um escrito de amor que, lisonjeiro,
Afetos move, corações incita:
Para o ir servir de reposteiro
À porta onde o fedor e a trampa habita,
Do sombrio palácio do alcatreiro!
O kiri, apaladando ao alho ou a qualquer outro condimento, já percebeu que as palavras o enrabam. Não gosta de palavras próprias: que se viram contra ele. Não sabe utilizar as dos outros: que contra ele se viram. Chamo a isto dicotomia do “alhokiri”.
Gostativamente,
searavermelha